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Mostrando postagens com o rótulo VIAGEM

CORUMBÁ

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Um passo na História e um mergulho na natureza Portas enormes que entram até mesmo um carro, corredores que nos levam a inúmeras portas e com azulejos muito bem trabalhados e ricos em detalhes, escadarias que fazem curvas e a cada passo ouve-se os estalos das madeiras. Subir degrau por degrau e no alto do prédio ver o imenso rio que molda as primeiras ruas da bicentenária cidade de Corumbá, conhecida também como capital do pantanal. Ao acordar ver os primeiros raios do sol entrar pelos vãos da antiga janela de madeira, abri-lá e avistar a torre da igreja com o seu sino á badalar. E no café se encantar com vasos de barro colocados nos quatro cantos da sala de jantar. Andar pelas ruas de Corumbá é fazer uma visita ao passado. Ruas que foram moldadas não por arquitetos e engenheiros mais sim pelo rio e pela natureza, com suas inúmeras curvas e acentuadas ladeiras, construções antigas de prédios e casarões, vislumbramos com os detalhes tanto fora quanto dentro de cada construç...

VIAGEM: Fronteira estados MS - SP - PR

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Micos no Distrito Primavera - SP Ao viajar para o estado do Paraná, passei pelo distrito de Primavera, na cidade de São Paulo, encontrei uma pequena reserva com inúmeros micos e fiquei sabendo de algo que me deixou bastante surpreso, o distrito de Primavera é maior do que a cidade, que é Rosana, e isso ocorreu graças a usina hidrelétrica que fica ali perto, onde os trabalhadores foram construindo casas para morar próximo da usina, fazendo do distrito de primavera, uma imensa área urbana, que hoje tem ate um fórum. Já no interior do Paraná me lembrei bastante da minha Minas Gerais, uma cidade onde todos acordam cedo, padarias que vendem quitandas, bolos de milho verde, mandioca, fubá, pão de queijo e tudo mais, almoço caseiro de fogão á lenha e pessoas que gostam de prosear nas praças. E no meu estado de Mato Grosso do Sul, o que se vê bastante nesta época é plantação de milho, até parei em um comercio de beira de rodovia quase sumi...

BR-163/364

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Trafegar pela rodovia federal 163 é um desafio, uma aventura e uma verdadeira aula de geografia. É enfrentar um enorme calor, mesmo no mes de junho.. É ultrapassar carretas todo minuto, ás vezes até 4 ou 5 de uma unica vez... É andar no centro de algumas cidades, mesmo sem sair da rodovia, pois ela é a rua principal... É almoçar peixe...e jantar espetinho com mandioca... É conhecer nomes de cidades de todo Brasil pelas placas das carretas... É dormir e acordar ouvindo o barulho das carretas na rodovia... É andar 20km/h e também 160km/h... É ver avestruz, ovelhas, vacas, bois, galinhas, e tambem ver as aves cruzarem na sua frente... É ver plantações de milho, soja, eucalipto, algodão, borracha, gergelim e muitas outras... É comer cural e pamonha no percurso... É sofrer de raiva e morrer de rir... É nunca mais esquecer e um dia querer voltar...

VIAGEM: Região da Fronteira

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Imagine você em um lugar onde as pessoas se comunicam em três idiomas diferentes, onde para ser milionário basta ter cinco notas de cem reais na mão, onde basta atravessar uma rua para mudar de cidade, e enquanto numa cidade pode ser apenas mais um dia normal, na outra pode-se estar comemorando um dia importantíssimo e cheio de patriotismo.Assim é viver nas pequenas cidades de Paranhos no Brasil e Ype-hú no Paraguai, duas cidade que juntas não passam de 20 mil habitantes, mais que possuem uma cultura riquissima e propria de regiões fronteiriça do Brasil com o Paraguai. Uma curiosidade que me intrigava muito era o porque de quase nenhum brasileiro saber falar o espanhol e o guarani, enquanto quase todos os paraguaios sabem falar o portugues, e um jovem me respondeu que é devido aos paraguaios assistirem desde criança aos canais de tv do Brasil, principalmente as novelas da globo e futebol, onde alguns deles acabam torcendo para os times brasileiros tambem. E sobre fi...

VIAGEM: Presente Kaiowá

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Um presente que ganhei hoje me fez eu viajar no tempo e lembrar de quando eu era criança e ficava brincando sozinho, construindo meus brinquedos com pedaços de coisas que encontrava no porão, no quintal e até mesmo na rua. Fazia de tudo, era um verdadeiro inventor de brinquedos, e um deles me fez lembrar muito o que eu ganhei hoje, logo após tirar uma foto do entardecer. Uma flecha índigena, feita por índios de uma aldeia Kaiowá. Na foto não mostra o alvo que colocamos no chão, mais eu nem trisquei nele. Ficou a promessa de que quando eu voltar por lá, estarei melhor, e quem sabe não saimos juntos para caçar. Quando eu tinha meus oito ou nove anos, e fazia flechas com pedaços de bambu não sonhava um dia em ter uma flecha de verdade, e logo que a vi, foi impossivel não lembrar das minha flechas de bambu que nunca chegavam no alvo, quebravam com muita facilidade, mais me faziam sentir um índio de verdade.

VIAGEM: Rio Brilhante - MS

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No ano de 2004 conheci a cidade de Rio Brilhante, depois disso já voltei algumas outras vezes por aqui, nem que seja apenas de passagem para almoçar ou jantar no restaurante da rodoviária. Hoje depois de almoçar fui andar um pouco e encontrei um circo, bem simples mais que com certeza tirará muitos sorrisos e gargalhadas do público presente na noite. A ultima vez que fui em um circo faz quase cinco anos, lembro-me de cada apresentação, trapézio  mágicas e palhaçadas como se fosse hoje. Quanta saudade. Pena que não estarei aqui na cidade nesta noite para divertir um pouco. Dados: Fundação: 26 de setembro de 1929 População:   31 mil Gentílico : rio-brilhantense

CAARAPÓ - MATO GROSSO DO SUL

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Uma noite na pequena cidade de Caarapó é suficiente para se apaixonar. Estou hospedado de frente a praça central, uma das praças mais bonitas e bem cuidada que conheci. Esculturas de araras e tucano, águas cortando a praça com pequenas pontes, quadras, pistas, quiosques, brinquedos e lindas e enormes árvores. O arquiteto desta praça é um excelente profissional, e a prefeitura merece os parabéns por dar este presente a população, que está aproveitando muito bem, pois nesta quarta-freira á noite estava cheio de crianças brincando, adolescentes conversando, jovens namorando e adultos praticando cooper ou fazendo companhia aos seus filhos. Espero voltar outras inúmeras vezes nesta cidade para conhecer com mais tempo os lugares mais distantes do centro. Dados: Fundação: 20 de Dezembro 1958 População: 25 mil Gentílico: Caarapoense

NAVIRAÍ - MATO GROSSO DO SUL

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Fotografia: Jeze Vilela O formato da cidade de Naviraí é sem dúvida o mais intrigante. A praça central possui a forma de um octágono de onde nascem oito grandes avenidas que cortam toda cidade. Vista de cima (eu vi apenas pelo mapa, mais gostaria de ter visto de um avião) percebe se um desenho parecido com uma teia de aranha. Hoje estou partindo de Naviraí, mais carregando comigo algumas fotos e vastas lembranças de momentos agradáveis e das inúmeras pessoas que conheci. Dados: Fundação: 11 de Novembro de 1963 População:   46 mil Gentílico: naviraiense